"Em que mapa estão meus pés?", 2022
Recortes de papel de seda sobre cortina japonesa
3,5m x 2,1m

A cortina é um pano de fundo de ancestralidade, reportando-se a cultura oriental. Os recortes figurativos uma natureza de agora, que nasce da contemplação do tempo de antes de mim. O trabalho é encontro entre o que está e o que já foi.

O trilho em que correm as quatro partes planas possibilita a ubiquidade cronológica, ao mesmo tempo que a expande, possibilitando novas organizações. “Em que mapa estão meus pés?” é uma pergunta que vai se respondendo aos poucos, em frações.

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